
O candidato a deputado federal Fabrício Loiola, número 1011, defende a criação de regras para impedir que governos utilizem recursos públicos discricionários na contratação de shows de grande porte enquanto a população enfrentar pendências graves na saúde.
A proposta estabelece uma ordem clara de prioridade: antes de gastar dinheiro público com palcos e cachês artísticos, o gestor deverá assegurar medicamentos essenciais, exames necessários e atendimento às pessoas que aguardam cirurgias.
“Não é aceitável anunciar um show milionário enquanto uma mãe procura remédio para o filho, um idoso espera meses por um exame ou um trabalhador sofre numa fila por cirurgia. O dinheiro público precisa atender primeiro ao que é essencial”, afirma Fabrício.
Pela proposta, a autorização de gastos públicos com grandes eventos dependeria da comprovação de que não existem situações críticas, como falta de medicamentos básicos, atrasos relevantes em exames e cirurgias, ausência de insumos ou dívidas que estejam comprometendo o atendimento à população.
Os dados utilizados nessa avaliação deveriam ser divulgados nos portais da transparência, permitindo que cidadãos, imprensa e órgãos de controle conheçam a situação da saúde antes da contratação do evento.

Fabrício ressalta que a medida não representa uma posição contrária à cultura, aos artistas ou às festas tradicionais. O objetivo é estabelecer responsabilidade na utilização de recursos livres do orçamento e impedir que eventos sejam usados como propaganda política enquanto serviços essenciais permanecem abandonados.
“A cultura é importante, movimenta a economia e gera renda. Mas um governo precisa saber definir prioridades. Festa pode ser adiada; tratamento médico, muitas vezes, não pode”, declara.
A proposta também preservaria eventos realizados com recursos privados, patrocínios ou receitas próprias, além das verbas que possuam destinação legal específica para a cultura. O foco seria impedir o uso de recursos públicos discricionários em grandes contratações quando o próprio governo não consegue garantir o atendimento básico de saúde.
Ex-superintendente da Polícia Rodoviária Federal no Piauí, Fabrício defende que todo gasto público seja acompanhado de responsabilidade, transparência e demonstração de benefício real para a sociedade.
Para ele, a contratação de shows com valores elevados, em meio a hospitais sobrecarregados e filas prolongadas, revela uma inversão de prioridades que precisa ser enfrentada pelo Congresso Nacional.
“O cidadão não pode continuar sendo obrigado a escolher entre comprar o remédio e colocar comida em casa enquanto o governo gasta milhões em poucas horas de festa. Primeiro se cuida das pessoas. Depois, quando as obrigações essenciais estiverem sendo cumpridas, realiza-se o evento”, destaca.
A iniciativa integra a agenda de Fabrício Loiola voltada ao controle dos recursos públicos, ao combate ao desperdício e à fiscalização das decisões tomadas pelos gestores.
“Governar não é promover espetáculo. Governar é enfrentar problemas, respeitar prioridades e utilizar cada centavo do cidadão com responsabilidade”, conclui.
Com o lema “Coragem para resolver”, Fabrício Loiola 1011, apresenta-se como defensor de uma gestão pública que coloque a vida, a saúde e as necessidades da população acima dos interesses políticos.
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