
O choque geopolítico global provocado pelo conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, somado ao fechamento do Estreito de Ormuz, tinha o potencial de engatilhar uma forte disparada da moeda norte-americana.
No entanto, o impacto cambial no Brasil surpreendeu pela moderação.De acordo com José Alfaix, economista da Rio Bravo, três fatores fundamentais — que vão desde a atratividade da Selic até a perda de status do dólar sob a gestão Trump — serviram como um escudo para o real, evitando um prejuízo consideravelmente maior para a economia doméstica.
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